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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Pobres ampliam presença em universidades públicas

           
A participação dos 20% mais pobres da população brasileira na universidade pública aumentou quatro vezes entre 2004 e 2013.
   
A participação dos 20% mais pobres da população brasileira na universidade pública aumentou quatro vezes entre 2004 e 2013, segundo a Síntese de Indicadores Sociais. De acordo com a pesquisa, esses alunos representavam 1,7% do total em 2004 e passaram a ser 7,2% em 2013.
    
Ao mesmo tempo, a participação dos 20% mais ricos caiu de 55% para 38,8% no período. O mesmo fenômeno ocorreu nas universidades privadas, em que a participação dos 20% mais ricos caiu de 68,9% para 43%, enquanto a dos mais 20% pobres cresceu de 1,3% para 3,7%.
  
“Houve políticas de ampliação de vagas e outras [medidas] como o ProUni [Programa Universidade para Todos] e as cotas, mas também houve aumentos da renda e da escolaridade média [do brasileiro]”, disse a pesquisadora do IBGE Betina Fresneda.
       
Houve ainda redução da distorção idade-série dos jovens de 15 anos a 17 anos, o que significa que um número maior de alunos está cursando a série adequada à sua idade, isto é, o ensino médio. Se em 2004 apenas 44,2% dos alunos dessa faixa etária estavam no ensino médio, em 2013, o percentual subiu para 55,2%.
      
Aqueles, nessa idade, que ainda estão no ensino fundamental caíram de 34,7% para 26,7% no período. O número de jovens que não estudam também diminuiu de 18,1% para 15,7%. “Ainda há atraso, que é reflexo do problema que vem desde o ensino fundamental”, explica Betina.
    
Os alunos de 13 anos a 16 anos que ainda estavam fora da série adequada eram 41,4% em 2013, apesar de o número ter caído, já que em 2004, esse percentual chegava a 47,1%. Fonte: 

Diário do Pará.
   
(ABr)

Programas sociais elevaram renda dos mais pobres, diz IBGE

Programas sociais elevaram renda dos mais pobres, diz o IBGE
  
     
Dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram o peso crescente do Bolsa Família e outros programas sociais no conjunto da renda dos mais pobres. 
     
Enquanto em 2013 o trabalho era responsável por 77,2% da renda da população total, nas famílias com renda per capita de até um quarto do salário mínimo o peso dos salários era bem menor, de 57%. Na outra ponta, as "outras fontes" (programas sociais, aluguéis, investimentos) representavam apenas 4,5% no rendimento do total da população e chegaram a 37,5% entre os muito pobres. Em 2004, as "outras fontes" representavam 20,3% do total de rendimentos das famílias de menor renda, ou seja, o peso quase dobrou em nove anos (aumento de 85%).
      
Como na população pobre praticamente não há renda oriunda de aluguéis e aplicações financeiras, os programas sociais são os responsáveis pelas "outras fontes". Aposentadorias e pensões representavam, em 2013, 18,3% da renda do total de famílias brasileiras e apenas 5,5% dos extremamente pobres.
        
Os benefícios governamentais foram tema de duros embates na campanha presidencial. A situação acusava os adversários de planejarem o fim dos programas, e a oposição dizia que o governo se "contenta" com a transferência direta de dinheiro aos pobres. O período pesquisado pelo IBGE vai do segundo ano do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2004) ao terceiro ano do governo Dilma Rousseff (2013), quando os programas sociais foram aprimorados e estendidos.
      
Embora os números mostrem o alto grau de dependência das famílias muito pobres dos programas sociais, técnicos do IBGE destacam que o aumento do peso dos benefícios no conjunto da renda das famílias pobres não significou abandono de emprego. "Houve uma reorganização das fontes de rendimento. A redução da participação do rendimento do trabalho não significa aumento da taxa de desocupação, tanto que os níveis de ocupação são crescentes no país. A ideia da transferência de renda é prevenir a situação da pobreza e ter oportunidade de, por exemplo, recusar trabalhos degradantes. A ideia da proteção social é que o bem-estar da família não seja dependente apenas do mercado de trabalho. Mas é claro que a renda do trabalho é bem maior e é muito melhor receber um salário do que o benefício da transferência de renda", diz a pesquisadora do IBGE Barbara Cobo.
       
O maior peso dos programas sociais está no Nordeste, região que concentra maior proporção de pobres. No Piauí, os benefícios já são mais da metade (53,2%) do conjunto da renda das famílias em que cada pessoa recebe até um quarto do salário mínimo (R$ 169 50 mensais em 2013). O trabalho tem peso de 45,5% na renda da população pobre do Estado. Aposentadorias e pensões representam 1,3%.
        
Ricos versus pobres
      
A SIS mostra que, apesar da redução da desigualdade, o abismo entre ricos e pobres diminui muito lentamente no Brasil. Os 10% mais ricos detêm 41,7% do total da renda do País, enquanto os 10% mais pobres se apropriam de apenas 1,2% do conjunto de rendimentos. Em um cenário totalmente igualitário, cada grupo teria 10% da renda total. Em 2004, as proporções eram de 45,3% para os mais ricos e 1% para os mais pobres.
     
Em 2013, os 20% mais ricos tinham renda média familiar de R$ 3.215 mensais por pessoa, 15,7 vezes maior que os R$ 204 mensais que cabiam aos 20% mais pobres. Ou seja: se poupassem toda a renda, os mais pobres levariam um ano e três meses para atingirem o ganho de um mês dos mais ricos.
        
A distância brutal se repete no acesso a bens. Enquanto apenas 19,6% dos mais pobres vivem em domicílios com computadores, a proporção chega a 81,6% entre os mais ricos. Menos de um quarto (23,9%) dos pobres vivem em residências com máquina de lavar, proporção que sobe para 86,6% entre os mais ricos. Fogão, geladeira e televisão são os bens duráveis mais "democráticos", presentes nas casas de mais de 90% da população, independentemente da renda.
       

Mais da metade dos brasileiros aprovam maneira de governar da presidente Dilma

Por iG São Paulo
     
Ao todo, 52% dos entrevistas aprovam o governo atual; o percentual dos que desaprovam baixou de 46% para 41%.
     
A presidente Dilma Rousseff encerra o primeiro mandato com 52% de aprovação. O número de pessoas que aprova a maneira de governar da presidente subiu quatro pontos percentuais e passou de 48% em setembro para 52% neste mês, enquanto que o percentual dos que desaprovam baixou de 46% para 41%, segundo pesquisa CNI-Ibope divulgada nesta quarta-feira (17).
        
De acordo com o levantamento, 48% dos entrevistados consideram o governo bom ou ótimo, crescimento de dois pontos percentuais em relação a aferiação anterior. O número de entrevistado que acha o governo ruim ou péssimo baixou de 28% para 27%. 
         
Entre os entrevistados, 51% disseram que confiam na presidente, seis pontos percentuais superior aos 45% registrados em setembro. A confiança em Dilma Rousseff aumentou principalmente entre as pessoas que moram na periferia, onde alcançou 56%. Nas capitais, mesmo com o crescimento de oito pontos percentuais frente a setembro, o número dos que confiam na presidente, que é de 45%, é inferior aos 48% que não confiam.
     
A pesquisa revela ainda que a avaliação positiva do governo melhorou sobretudo na região Sudeste, onde o número dos que consideram o governo ótimo ou bom cresceu oito pontos percentuais entre setembro e dezembro. A aprovação da maneira de governar da presidente recuou 13 pontos percentuais nos municípios com até 20 mil habitantes e ficou em 56%. Nas cidades com mais de cem mil habitantes, esse número aumentou 8 pontos percentuais e alcançou 45%.
         

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Governo vai usar software contra crimes de ódio na internet

IG Por Agência Brasil 
         
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) anunciou nessa segunda-feira (15) a utilização de uma ferramenta que vai mapear a ocorrência de crimes de ódio na internet. O software vai coletar dados e identificar redes que se reúnem para fazer ofensas a grupos de pessoas. A ferramenta será o pilar das atividades do Grupo de Trabalho contra Redes de Ódio na Internet, criado em novembro para monitorar e mapear crimes contra direitos humanos nas redes sociais.
  
Ideli Salvatti esteve no lançamento do novo software
Com as informações coletadas pelo software, o grupo de trabalho, poderá encaminhar denúncias ao Ministério Público ou à Polícia Federal. Três casos já estão sendo analisados, com base em denúncias recebidas pela Ouvidoria da SDH. Um deles remete ao último episódio envolvendo os deputados federais Maria do Rosário (PT-RS) e Jair Bolsonaro (PP-RJ), na semana passada, quando o parlamentar disse que só não estupraria a deputada porque ela “não merece”.
       
Um rapaz postou foto em uma rede social “ameaçando a deputada Maria do Rosário de estupro”, de acordo com a SDH. Mais dois casos tratam de um site nazista e outro que prega a violência contra mulheres. Leia a notícia completa.
       

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Corpo de Bombeiros interdita a Garagem da Prefeitura de Tucuruí

O Termo de Interdição mais recente
           
O Corpo de Bombeiros interditou a Garagem da Prefeitura de Tucuruí devido à precariedade do prédio e a amaça de desabamento, o que coloca em risco a vida dos servidores da Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Habitação. Esta é a segunda vez que o Corpo de Bombeiros interdita a garagem da prefeitura, a primeira interdição ocorreu em janeiro deste ano (para ver a matéria Clique Aqui), mas até o momento nenhuma providencia foi tomada, a não ser a desobediência do Secretário à interdição, rompendo as fitas do lacre e continuando a utilizar a área interditada colocando em risco a integridade física e a vida dos funcionários da secretaria.
     
Caso a área continue a ser utilizada e se acontecer algum acidente fatal, tanto o Secretário quanto o Prefeito Municipal poderão ser acusados de homicídio doloso (quando há intenção de matar), pois se arriscaram deliberadamente a expor a vida de terceiros, como acontece com o motorista alcoolizado que provoca acidente um acidente fatal.
       
Com a palavra o Ministério Público Estadual e a Fiscalização do Ministério do Trabalho.
        
Vejam as imagens de quando a garagem foi interditada da primeira vez, de lá para cá a situação só piorou...
        
A garagem interditada em janeiro deste ano.
A situação do teto da garagem
       
     
    ISSO É UMA VERGONHA.
               

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