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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A Casa da Mãe Joana


Justiça suspende a aprovação dos vereadores ao Projeto de Lei que privatizou a Nossa Água em Tucuruí

               
A Justiça Estadual representada pela Juíza Drª. Luana Karissa Araújo Lopes Sodré, suspendeu a aprovação legislativa aos Projetos de Lei nº 004/2015 e 005/2015 que autorizava a privatização da Nossa Água, sob pena de multa diária de R$ 5.000,00 cinco mil reais.
      
Este Projeto de Lei eivado de vícios, da privatização da Nossa Água foi "aprovado" pelos vereadores atropelando o seu processamento e em desrespeito ao próprio Regimento Interno da Câmara Municipal e sem fazer Audiência Pública em matéria de interesse social e sem a participação da população e dos movimentos sociais.
      
É muito estranha esta urgência do Prefeito e dos Vereadores em aprovar este projeto a "toque de caixa" e em desrespeito ás Leis e ao regimento interno da própria Câmara Municipal.
      
Corre a boca pequena nos bastidores da política em Tucuruí, comenta-se sobre a empresa que "ganharia" a concessão da distribuição de água em Tucuruí, segundo comentários, os donos desta empresa de São Paulo supostamente seriam os mesmos que doaram mais de R$ 300.000,00 Trezentos mil para a campanha eleitoral da esposa do Prefeito Sancler Ferreira (PPS). 
    
Não sabemos se estes comentários são verdadeiros, no entanto é de se estranhar que uma empresa localizada no Estado de São Paulo, tenha feito uma doação tão expressiva e com valores tão altos para uma campanha de uma candidata a deputada no Pará. Seria no mínimo ingenuidade, para não dizer tolice, acreditar que uma empresa paulista fizesse uma doação desta para a esposa de um prefeito do interior do Pará, sem receber nada em troca.
    
Agora esta Câmara Municipal é uma vergonha para a população de Tucuruí, estes vereadores defendem os seus próprios interesses, os interesses do prefeito e até mesmo interesses ocultos e de empresas particulares, o único interesse que estes senhores não defendem é o interesse público e o interesse da população de Tucuruí. 
      
É preciso investigar para saber o que está acontecendo dentro da Câmara Municipal de Tucuruí, é difícil acreditar e é muito improvável que os descalabros e as bandalheiras na administração municipal estejam ocorrendo sem a participação, ou pelo menos sem a conivência dos vereadores. 
                    
Sem dúvida alguma esta é a pior legislatura de todos os tempos em Tucuruí, uma vergonha!!!
       
Vejam a sentença.
     



     

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Jornal Liberal - Secretários da Prefeitura de Tucuruí são afastados

Vejam a repercussão do escândalo na Prefeitura de Tucuruí hoje segunda-feira, 01 de setembro de 2015 no Jornal Liberal.
      
       

"Vereadores revogam Lei que impedia a vice-prefeita de assumir a prefeitura antes de 15 dias de ausência do Prefeito Sancler"...

        
Que grande piada, quá, quá, quá, quá!!! Os "vereadores" de Tucuruí resolveram revogar a Lei que eles mesmos aprovaram, para permitir que a vice-prefeita assuma a Prefeitura logo após a ausência do prefeito em viagem fora do município. 
   
A proposta foi aprovada em primeira votação. Pela Lei atual a vice-prefeita só poderia assumir o cargo de Prefeita na ausência do prefeito por mais de quinze dias.
   
Eu não sei o porquê de tamanho ódio dos vereadores para com a vice-prefeita, quando as coisas estavam aparentemente normais na PMT eles a impediram de assumir o cargo, e agora que a vaca está indo para o brejo querem devolver? Mui amigos...
   
Isso é um presente de grego, é como substituir o comandante quando o navio está afundando. Querem transformar a Nilda em dublê do Sancler, para ela assumir o lugar do alcaide quando o mesmo estiver em perigo e a PMT estiver pegando fogo. Quando e "se" o prefeito conseguir se livrar das acusações eles "cassam" o mandato dela novamente.
   
Se eu fosse a Nilda devolveria o presente para o Júnior Souto (o vice-prefeito de fato), ou para o Presidente da Câmara, isso se ele também não tiver que fug... (ops), quer dizer, se "ausentar" da cidade por tempo indeterminado...
      

Refrescando a memória dos brasileiros

     
O Brasileiro tem fama de ter memória curta, pois diante de um novo escândalo logo esquece o anterior, assim os partidos que provocaram escândalos de corrupção no passado quando exerciam o poder, quando estão na oposição se esquecem dos seus mal feitos, vestem a pele de cordeiros, se fazem de honestos e assim iludindo o eleitor, conseguem se eleger novamente e recomeça o interminável círculo vicioso. O partido honesto de hoje na oposição será o partido corrupto de amanhã e vice-versa.
                
O mesmo PPS, por exemplo, que arrota a honestidade de seu partido e dos seus políticos é o mesmo partido que governa Tucuruí, e protagoniza os maiores escândalos de corrupção da história da nossa cidade.
             
O mesmo PSDB que arrota honestidade é o mesmo que Governa o Pará, Governou Minas e o Brasil, protagonizou e protagoniza escândalos em cima de escândalos, cada um pior e mais cabeludo que o outro.
             
Como a grande imprensa só fala na operação Lava Jato, e até para relembrar que na política não tem nem anjos e nem santos, vamos relembrar os escândalos antigos e atuais patrocinados pelos desmemoriados, furtivos e ensaboados tucanos. O texto abaixo é do Blog do Parsifal na matéria: "De rotos e esfarrapados".
             
Vamos lá, estes são os escândalos "esquecidos" pelo PSDB e por uma boa parte da população do Brasil.
       
1. Escândalo da Petrobrás
Em delação premiada, ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou ter pago propina ao ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, no valor de R$ 10 milhões, para ele ajudar a esvaziar uma CPI criada em 2009 para investigar a Petrobrás.
2. Desvios das verbas da saúde mineira
O Ministério Público Federal (MPF) processa o Estado de Minas Gerais, Aécio Neves e Antonio Anastasia, ex-governadores de Minas Gerais (2003 a 2012) por efetuarem “manobras contábeis para aparentar o cumprimento da EC 29”. As contas do MPF apontaram que as pedaladas na saúde de Minas chegaram a R$ 9,6 bilhões, que atualizados para 2015 equivalem a R$ 14,2 bilhões.
3. Relações com o doleiro Alberto Youssef
A imprensa não dá uma linha sobre o assunto, mas a Polícia Federal investiga os serviços prestados pelas empresas de fachada do doleiro Alberto Youssef para a estatal mineira Cemig, durante os dois mandatos de Aécio Neves e mais um e meio de Anastasia, como governadores tucanos de Minas Gerais. Os negócios da Cemig com a Investminas e MO Consultoria, esta última de Alberto Youssef, foram de R$ 26,5 milhões.
4. Mensalão tucano I
Trata-se do esquema de desvio de verbas de empresas públicas armado em Minas Gerais, em 1998, para favorecer a reeleição do então governador tucano Eduardo Azeredo. Além dos políticos tucanos, os acusados são os mesmos responsabilizados pelo chamado “mensalão petista”: o publicitário Marcos Valério e os diretores do Banco Rural. Entretanto, embora tenha acontecido antes, o esquema tucano ainda não foi julgado. Pela denúncia feita pelo Ministério Público, foram desviados pelo menos R$ 4,4 milhões, o que, atualizados, resultam em aproximadamente R$ 17 milhões.
5. Mensalão tucano II
As conexões dos tucanos com o esquema de Marcos Valério são antigas. O candidato derrotado ao governo de Minas Gerais pelo PSDB, Pimenta da Veiga, é alvo de um inquérito da Polícia Federal que investiga o recebimento de R$ 3 milhões, de agências de publicidade de Marcos Valério, em 2003.
6. Máfia do Cachoeira
Em 2012, o Congresso instalou uma CPI para investigar as relações entre a máfia do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados. Entre os públicos, o mais famoso foi o ex-senador Demóstenes Torres (DEM), mas sobre o tucano do Cachoeira quase não se ouviu falar: era o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
7. Cartel dos metrôs de SP: o Propinoduto Tucano
A multinacional francesa Alston subornou políticos ligados ao governo Alckmin para ganhar o contrato da expansão do metrô de SP e a alemã Siemens admitiu ter formado cartel com outras 13 para fraudar as licitações do metrô de SP e do DF. A Siemens entregou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) uma série de documentos que comprovam que o governo tucano tinha conhecimento da formação do cartel. Historicamente, o rombo no erário do estado de S. Paulo foi de R$ 425 milhões.
8. Privataria tucana
Registradas e documentadas no livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Junior, as denúncias revelam os descaminhos do dinheiro público desviado pelos tucanos na era das privatizações, instauradas pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e seu então ministro da Fazenda, José Serra. Resultado de 12 anos de investigação do ex-jornalista da IstoÉ e de O Globo, o livro irritou o ninho tucano. Serra o classificou como “lixo”, FHC, como “infâmia”, Aécio Neves, como “literatura menor”. Pelos cálculos do deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), delegado da Polícia Federal que atuou no caso, o montante desviado dos cofres públicos pelos tucanos para paraísos fiscais chega a R$ 124 bilhões.
9. Compra de votos na emenda da reeleição de FHC
Em 1997, durante o governo FHC, a Câmara aprovou a emenda constitucional que permitiu a reeleição presidencial. Poucos meses depois, começaram as denúncias de compra de votos pelo Executivo para aprovação da matéria. Um grampo revelou que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre, receberam R$ 200 mil cada um. Na gravação, outros três deputados eram citados de maneira explícita e dezenas de congressistas acusados de participação no esquema. Nenhum foi investigado pelo Congresso nem punido. Apesar das provas documentais, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, engavetou as denúncias. No ano seguinte, FHC se reelegeu para um novo mandato. Brindeiro foi nomeado para um segundo mandato no cargo.
10. O caso da Pasta Rosa
Em 1995, servidores do Banco Central que trabalhavam em uma auditoria no Banco Econômico encontraram um dossiê com documentos que indicavam a existência de um esquema ilegal de doação eleitoral, envolvendo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Antônio Calmon de Sá, dono do Econômico e ex-ministro da Indústria e Comércio da ditadura. O esquema apontava a distribuição ilegal de US$ 2,4 milhões dos bancos a 45 políticos que se candidataram nas eleições de 1990, entre eles José Serra (PSDB).
11. Caso Sivam
Primeiro grande escândalo de corrupção do governo FHC, o Caso Sivam, que estourou em 1995, envolve denúncias de corrupção e tráfico de influência na implantação do Sistema de Vigilância da Amazônia. O ponto alto foi quando o vazamento de gravações feitas pela Polícia Federal expôs uma conversa entre o embaixador Júlio César Gomes dos Santos, à época chefe do cerimonial de FHC, e o empresário José Afonso Assumpção, representante da empresa norte-americana Raytheon, em que ambos defendiam os interesses dessa última no Sivam. E foi justamente a Raytheon que arrematou, sem licitação, o contrato de US$ 1,4 bilhão. O escândalo também envolvia ministros e outros assessores de FHC, além de empresas brasileiras.
         
É mole ou quer mais?
        

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