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Eleição ASERT Chapa 1

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domingo, 29 de junho de 2014

Quem vai pagar o "prejuízo" da Copa?

Do Blog Faro Fino
      
Quem vai pagar o "prejuízo" da Copa?
          
Esta é a consideração que ele tem pelo Blasil.
          
"Por causa de todo aquele clima que havia antes, muita gente deixou de se preparar como devia, ficou com medo de investir e ter prejuízo. Pequenos comerciantes, por exemplo, poderiam estar faturando muito se tivessem acreditado que a Copa ia ser assim tão bacana."
   
Quem me disse isso, talvez não exatamente nestas palavras, foi um amigo querido, cuja família tem um posto de gasolina em São Paulo. Assim como milhares de outros pequenos e médios empresários das grandes cidades brasileiras, ele também ficou constrangido pelo clima do "não vai ter Copa", poderia ter apostado no sucesso do evento, investido mais, criado, por exemplo, eventos, atrativos ou promoções inspirados na Copa para aumentar a clientela.
   
Mas não fez isso. Não ia ter Copa, lembram?
   
Algum caro economista aí é capaz de me dizer como faço para calcular o prejuízo que os arautos do pessimismo e do mau humor, 'black blocks' e cia. à frente, causaram ao país?
   
Por conta de tudo o que não foi feito, tudo o que deixou de ser investido para gerar receita, com tudo o que se poderia ter sido oferecido, vendido para torcedores, turistas, comitivas e quetais, tendo como temática a Copa, e não foi.
   
Quanto?
   
Apenas para citar um exemplo: toda esta zona que esta acontecendo na Vila Madalena, em São Paulo, não poderia ter sido evitada se Prefeitura, comerciantes, produtores, artistas, empreendedores em geral desta cidade não tivessem sido contaminados pelo vírus do "não vai ter Copa" e pudessem ter replicado em diversos outros pontos de São Paulo dezenas de "vila Madalena" com estrutura e opções para que o povo tivesse onde torcer, comemorar, xavecar, encher a cara, que seja, sem criar o transtorno que está ocorrendo num bairro só?
   
Quantas praças, campos, clubes, ONGs, associações, terreiros, ruas de comes e bebes, casas noturnas, salões de festas, quantas e tantas localidades poderiam ter sido envolvidas em ações para se criarem polos em que a Copa fosse devidamente curtida, aproveitada e explorada comercialmente de uma maneira saudável para todos...
   
Outro exemplo? O pessoal de turismo, que se amuou e não investiu o que podia na preparação de roteiros, alternativas, pacotes e oportunidades para as centenas de milhares de turistas que estão por aqui não ficassem à toa, pudessem aproveitar melhor o país, seus encantos, suas possibilidades fantásticas, movimentando ainda mais a economia?
   
Mas não ia ter Copa, e ficou todo mundo meio paralisado, esperando uma tragédia que não houve, um caos que está longe de ocorrer, o vexame inexistente, perdendo um bonde que não vai passar de novo.
   
Mas fazer o quê? Afinal, como registrou o sempre pertinente jornalista Ricardo Kotscho em seu blog, sofremos um massacre midiático –de dentro e de fora do país– no qual fomos retratados "como um povo de vagabundos, incompetentes, imprestáveis, corruptos, incapazes de organizar um evento deste porte".
   
Além de pagar o mico de estarmos sendo desmentidos por ninguém menos que nossos próprios visitantes –"Fantastic people", dizem eles repetida e entusiasmada-mente, ainda teremos de conviver com a fantástica oportunidade perdida.
   
Quem vai pagar esta conta?
    

Humor - Animais trangênicos

     

Difícil de engolir

Há muito tempo louvado como fonte de nutrientes, minerais e vitaminas, o leite está sob bombardeio crítico.
       
Por Renata Valério de Mesquita
     
Há muito tempo louvado como fonte de nutrientes, minerais e vitaminas, o leite está sob bombardeio crítico. Cientistas enfrentam interesses do mercado e de consumidores para mostrar que as iguarias lácteas são motivo de cuidados com a saúde.
        
Falar de leite já foi bem mais simples. Por muito tempo o consumo do produto foi ponto passivo na nutrição. Atualmente é tema polêmico. Cientistas e médicos questionam as benesses desse hábito entranhado. O debate é acirrado, principalmente, por envolver os interesses de um mercado global e por afetar paixões gastronômicas. Se a discussão girasse em torno da alface, os ânimos não se exaltariam da mesma forma. Deixar de comer alface seria um alívio para muita gente. Já abrir mão de queijos, iogurtes, sorvetes ou leite – seja de vaca, cabra, búfala ou ovelha – beira o sacrifício. 
          
O consumo do leite surgiu há 10 mil anos, no período Neolítico, quando a espécie humana deixou de ser nômade e se fixou na terra, desenvolvendo a agricultura e a criação de animais para conquistar segurança alimentar. Desde então, o leite materno passou a ser substituído, já nos primeiros meses de vida, pelo de outros mamíferos. Mas, após o desmame, a maioria das pessoas – assim como os mamíferos em geral – continua a apresentar uma redução drástica da lactase, a enzima que digere a lactose, o açúcar natural do leite. 
       
Causa de diarreia, dor abdominal e inchaço, a intolerância à lactose varia de acordo com a raça e a etnia. Sua prevalência pode ser explicada por um gene recessivo, pela dieta tradicional e pelas leis da seleção natural. Nos extremos da lista estão os povos asiáticos (mais de 95% são intolerantes ao leite) e os europeus do norte, com prevalência de apenas 2% a 15%. Hispânicos e negros também apresentam taxas altas: 50% a 80% e 60% a 80%, respectivamente. Os dados são da pesquisa Genetics and Epidemiology of Adult-Type Hypolactasia, liderada pelo finlandês Timo Sahi, em 1994, que abrangeu adultos do mundo todo e é tomada como parâmetro até hoje (veja quadro na outra página). 
        
“Diversos problemas de saúde têm razões de ordem imunológica. O sistema imunológico da espécie humana não aguenta uma nutrição que não lhe é destinada pela natureza”, adverte Jean-Pierre Poinsignon, médico e pesquisador francês, autor de Rhumathismes: et si votre alimentation était culpable?.
       
O livro traz uma longa lista de doenças respiratórias, osteoarticulares, digestivas, autoimunes e cutâneas - da flatulência a acne, otites, artrites e asma - derivadas do consumo do leite animal. Para o autor, o único leite adaptado à espécie humana é o materno, e nenhum mamífero adulto consome o leite de sua mãe. A tese de Poinsignon é simples: somos vítimas das indústrias alimentícia e farmacêutica e da propaganda. Você quer curar ou prevenir doenças? Mude de dieta.
        
Segundo Poinsignon, a osteoporose, grande alvo das campanhas a favor do consumo de laticínios ricos em cálcio, não está ligada à falta do mineral. “Essa é uma fábula escandalosa fabricada pelo lobby da indústria de laticínios e por peritos médicos alimentados por publicações financiadas pelo interesse mercantil. É só lembrar que há um número enorme de pessoas com osteoporose nos países com alto consumo de leite e derivados.” Japão e China têm algumas das taxas mundiais mais baixas da doença e estão entre os menores consumidores de produtos lácteos. Os chineses, no entanto, vêm ocidentalizando seus hábitos. De olho nesse gigantesco mercado que desponta, a suíça Nestlé está instalando um grande centro de produção no país. Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos revelam que a produção chinesa de leite já saltou de 9,19 bilhões de litros em 2000 para 33,70 bilhões de litros em 2012.
          
Considerando o panorama globalizado, em que mais gente vive do mercado de laticínios do que sofre por causa desses produtos, o norte-americano Robert Cohen escreveu o livro-denúncia Leite: Alimento ou Veneno? (Editora Ground, 2005). Cohen estudou psicologia fisiológica, psicobiologia, genética e endocrinologia para alertar que a bucólica imagem publicitária da vaquinha pastando em um campo verde nada tem a ver com a realidade de confi namento dos animais e a dieta que recebem. 
            
Na maior parte das vezes, o gado é criado à base de esteroides, hormônios e antibióticos, e alimentado com cultivos tratados com pesticidas ou geneticamente modifi cados, para que cresça mais rápido e produza mais leite. Parte desses insumos químicos é transferida ao leite. Cohen ressalta que no processo de pasteurização (fervura do leite), criado para evitar a transmissão de doenças, são destruídas proteínas e enzimas como a fosfatase, que ajudam no processo digestivo e na absorção do cálcio. Ou seja, o líquido que chega à mesa pouco pode oferecer do que se espera dele.
           
Biofortifificação
           
Luiz Carlos Roma Júnior, pesquisador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), relativiza a questão. “É preciso tomar cuidado com o extremismo. O excesso ou a falta de leite, assim como de qualquer outra coisa, pode trazer problemas. O alimento é muito importante para as pontas da vida, a infância e a velhice.” Mas concorda com as críticas sobre a forma como as vacas são tratadas, às vezes por métodos robóticos. “O leite é extraído, e não tirado, sem nenhum cuidado com a saúde do animal.” 
           
Roma não só acredita no valor nutritivo do leite como participa do esforço da APTA e da Universidade de São Paulo (USP) para desenvolver um leite biofortificado e funcional. A iniciativa, cujos primeiros resultados foram divulgados em novembro de 2013, aposta na alimentação diferenciada da vaca para potencializar o leite. Os animais foram divididos em grupos que receberam alimentação normal, ração com dose extra de selênio, com vitamina E e com óleo de girassol (para alterar o perfil da gordura do leite). Cada grupo de vacas produziu um tipo de leite biofortificado. “O leite costuma ser fortificado na pós-produção e manipulado para receber vitaminas e ferro, processo mais caro e menos vantajoso para a saúde do consumidor”, diz Karina Pfrimer, pesquisadora da USP envolvida no estudo. “Nós atuamos antes, na pré-produção.” 
         
O alimento funcional foi testado em crianças e idosos durante 12 semanas. Os 90 alunos da escola C.A.I.C. Professora Stela Stefanini Bacci, em Casa Branca (SP), envolvidos apresentaram aumento de 160% no nível de selênio no sangue e de 33% no de vitamina E – elementos que agem como antioxidantes, protegendo as células dos radicais livres que aceleram o envelhecimento e desencadeiam câncer. Já os 130 residentes na Casa do Vovô, de Ribeirão Preto (SP), registraram queda de 16% na quantidade de LDL (colesterol ruim). Resultados positivos também foram obtidos entre os próprios animais, melhorando a produção de leite: 30% menos ocorrências de mastite (inflamação da glândula mamária) nas vacas. 
      
Apoio oficial 
          
Aclamado como fonte nutricional de cálcio, potássio, fósforo, magnésio, zinco, proteínas, vitaminas A, D, B12 e riboflavina, o leite figura nos Guias Alimentares de inúmeros países, principalmente ocidentais, e da Organização Mundial da Saúde (OMS). O Ministério da Saúde do Brasil recomenda o consumo de três porções diárias de leite (pasteurizado e preferentemente desnatado) ou de derivados, mas a média nacional de consumo de laticínios está abaixo disso: 43,7 kg per capita por ano, menos de um copo por dia. 
       
Para Jean-Pierre Poinsignon, ao estimular o consumo de leite, o Brasil reproduz os erros nutricionais que a França cometeu nos anos 1950, com consequências sanitárias lamentáveis: obesidade mórbida, diabete, câncer, doenças cardiovasculares e autoimunes, etc. O pesquisador é duro quanto aos processos de fortificação da bebida. “Um veneno ao qual se adicionam bons ingredientes continua a ser um veneno”, diz. Na sua visão, deveríamos retornar às dietas do passado, com frutas cruas, legumes pouco cozidos e proteínas animais. 
              
“Acho complicado colocar o leite como vilão”, rebate Karina Pfrimer. “Assim como não existe solução milagrosa, não há um único culpado.” Só há consenso em um ponto: “O mais importante é, sem dúvida, manter um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e muita atividade física”, afirma a pesquisadora. 
     
A controvérsia láctea vai continuar, enquanto a alface insossa permanece indiscutida como fonte de alimentação saudável. Seja com ou sem laticínios.
              

sábado, 28 de junho de 2014

O vidente...


Preso Hacker que afirma ter manipulado resultado de eleições em municípios paraenses


            
Estelionato: "Cabeça" da fraude milionária do Sudbook do Maranhão e preso pela PM em Breu Branco no Pará - Crimes vão desde fraudes na internet até venda de resultados eleitorais para políticos do sudeste do Pará.
          
Fraude Eleitoral - Em suas primeiras declarações, Ancleuton Holanda Dias, afirmou que já teria prestado inúmeras ações como hacker em Tucuruí e região, inclusive, ele teria invadido o sistema de informática da justiça eleitoral nas eleições de 2012, e manipulado os resultados das eleições dos municípios de Tucuruí, Breu Branco, Novo Repartimento e Goianésia do Pará, por valores que variaram de R$ 150 mil até R$ 2 milhões, para cada candidato eleito através da suposta fraude eleitoral, Ancleuton Dias, foi incisivo em afirmar que já estava se preparando para repetir o golpe nas eleições deste ano, e que muitos clientes que seriam confirmados como candidatos já estavam em sua agenda para contato e contrato. Leia a matéria completa.
       

Intolerância religiosa

Intolerância religiosa é crime, se você é vítima denuncie.
              
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF 2) determinou que o Google Brasil retire 15 vídeos do YouTube que disseminam preconceito, intolerância e discriminação contra religiões de matriz africana. A empresa tem até 72 horas, a partir da notificação do oficial de Justiça, para retirar o conteúdo do ar. Caso a determinação seja descumprida, o Google terá que pagar multa diária de R$ 50 mil.
         
Na ação civil pública, a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC/RJ) alegou que a Constituição brasileira garante a obrigação de o Estado respeitar as liberdades (religiosa, de expressão, etc) e de zelar para que sejam respeitadas pelos cidadãos. A decisão também se baseou no direito internacional e “encontra limites na dignidade da pessoa humana de todos os indivíduos do grupo afetado por manifestações de teor discriminatório e destinadas a incitar o ódio e até a violência”.
         
Para a PRDC/RJ, “a imediata exclusão dos vídeos da internet restaura a dignidade de tratamento” que, com a veiculação do material, foi negada às religiões de matrizes africanas. Para o TRF 2, “a veiculação de vídeos potencialmente ofensivos e fomentadores do ódio, da discriminação e da intolerância contra religiões de matrizes africanas não corresponde ao legítimo exercício do direito à liberdade de expressão”.
         
Na liminar, o desembargador federal Reis Friede alega que “a liberdade de expressão não pode constituir (e, de fato, não constitui) autorização irrestrita para ofender, injuriar, denegrir, difamar e/ou caluniar outrem”. “Vale dizer, liberdade de expressão não pode se traduzir em desrespeito às diferentes manifestações dessa mesma liberdade, sendo correto dizer que a liberdade de expressão encontra limites no próprio exercício de outros direitos fundamentais”, acrescentou.
           
Para Friede, o direito de praticar livremente uma religião não inclui a liberdade para expor indivíduos de outras religiões a ofensas. “O reconhecimento da liberdade religiosa decerto que contribui para prevenir tensões sociais, na medida em que, por ela, o pluralismo se instala e se neutralizam rancores e desavenças decorrentes do veto oficial a crenças quaisquer.”
           
Armazenamento
         
A Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2) entrou com um recurso para o Tribunal ordene que o Google armazene informações sobre data, hora, local e número do IP (Internet Protocol) dos usuários responsáveis pela divulgação dos vídeos. O pedido acompanha o que foi estabelecido pelo Marco Civil da Internet, que começou a valer nessa segunda-feira, 23. O objetivo é usar esse material em ações futuras para responsabilizar as pessoas que divulgaram o conteúdo com cunho de intolerância religiosa. [Da Agência Estado]
          
               

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Jornalista aciona Ministério Público Estadual pela falta de água potável na cidade de Tucuruí

            
O Jornalista Wellington Hugles (que faz o trabalho que seria dos vereadores, mas em Tucuruí não tem nenhum), acionou o Ministério Público Estadual (clique aqui) devido ao atraso na conclusão das obras para a melhoria do Sistema de Abastecimento de Água de Tucuruí, através de um um convênio entre a Eletronorte e a Prefeitura Municipal.
           
Devido ao atraso nas obras por parte da Prefeitura Municipal, a população de Tucuruí está deixando de receber água potável e de boa qualidade da Estação de Tratamento da Vila Residencial da UHE, que será fornecida pela Eletronorte . A Eletronorte já investiu mais de dez milhões e quinhentos mil na obra e concluiu a sua parte (Convênio PIRTUC-009/2007), faltando a Prefeitura concluir a parte dela, e com isso beneficiar toda a população do município. O Folha fez uma matéria á respeito desta obra (clique aqui).
         
Comenta-se nos bastidores políticos em Tucuruí, que o Prefeito Sancler Turista (PPS), estaria supostamente atrasando a obra de propósito, pois a sua intenção seria privatizar a Nossa Água depois das eleições (para não atrapalhar a eleição da sua candidata).
            
A Nossa Água é a empresa pública municipal que atualmente administra, capta, faz o tratamento e distribuição de água (de péssima qualidade) em Tucuruí, ou seja, com a privatização, o povo vai pagar as obras, a captação e o tratamento da água com dinheiro público, e a empresa privada só vai ter o trabalho de cobrar a conta da população, ligar e desligar a água e contabilizar os lucros, um presente de pai para filho.
            
O denuncia e pedido de providências do Jornalista está correta, no entanto seria bom acionar também o Ministério Público Federal, já que a Eletronorte está financiando 86.44% da obra com recursos da união.
       

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Politico brasileiro (Arg!)

Vamos sugar juntos???
 
Imagem do Blog do Parsifal

A população de Tucuruí não tem água tratada de boa qualidade por culpa do Prefeito turista

                 
A Eletronorte está cobrando da Prefeitura de Tucuruí a conclusão das obras de sua responsabilidade que constam no Convênio PIRTUC-009/2007 de acordo com o Plano de Atuação Conjunta.
                  
A parte que coube à ELETRONORTE executar já está pronta, falta à parte da Prefeitura de Tucuruí, cujas obras estão sendo executadas a passo de tartaruga aleijada.
          
De acordo com o Convênio as obras e serviços de responsabilidade da PMT são as seguintes:
       
1 - Implantação da rede adutora interligando a estação de tratamento de água da Vila Residencial da UHE Tucuruí, até a rede tronco na cidade de Tucuruí.
            
- Foram realizados até agora 80% dos serviços.
   
2 - Impermeabilização de dois reservatórios localizados próximo à estação de água da Vila Residencial.
          
- Este serviço não foi executado até o presente momento.
             
3 - Implantação da rede de água em Tucuruí, abrangendo os setores Getat, Jaqueira, Nova Tucuruí, e Santa Mônica.
    
- Este serviço foi executado.
    
Como podem ver falta pouco para que Tucuruí receba água tratada da Eletronorte, cabendo à Prefeitura apenas viabilizar a sua distribuição. O Governo Federal através da Eletronorte já fez a parte dele e vai assumir as despesas com a captação e tratamento da água que será fornecida a Tucuruí, cabendo à Prefeitura somente a canalização da água da Vila/Tucuruí e distribuição da água na cidade.
          
A população de Tucuruí já não aguenta mais a precariedade da qualidade e da distribuição (quando tem) da água suja que é distribuída pela Nossa Água, água esta que a população não tem coragem de beber, preferindo comprar a água coletada na nascente da Praça da Bica.
           
Mas a situação de Tucuruí está precária, antes não tínhamos administração municipal, e agora a cidade não tem mais nem prefeito, que abandonou a cidade e a prefeitura para ser cabo eleitoral da esposa à custa da PMT.
       
Não fosse a incompetência do Prefeito Sancler Turista (PPS), a população de Tucuruí já deveria ter há tempos, água encanada de boa qualidade 24 horas por dia.
         
Ofício da Eletronorte cobrando a execução das obras de responsabilidade da Prefeitura de Tucuruí.
     
         
           
   E AGORA, QUEM PODERÁ NOS DEFENDER????
         

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Cegos em tiroteio II

           
E contínua a desordem na administração municipal: De 180 dias de 2014, Sancler esteve ausente de Tucuruí por mais de 100 dias e a Escola de Música “Maestro João Leite” esta às escuras por falta de pagamento das contas de energia. Leia a matéria completa.
                 

Copa - Quem vai pagar pelo prejuízo provocado pelo terrorismo midiático?


Matéria do Blog do Hiroshi
          
Imagem anexada na matéria pelo Folha de Tucuruí.

O maior legado da Copa é a força do povo

          
por Ricardo Kotscho
        
Faz duas semanas, deixei um país em guerra, afundado nas mais apocalípticas previsões, e desembarquei agora noutro, na volta, bem diferente, sem ter saído do Brasil. Durante meses, fomos submetidos a um massacre midiático sem precedentes, anunciando o caos na Copa do Fim do Mundo.
          
Fomos retratados como um povo de vagabundos, incompetentes, imprestáveis, corruptos, incapazes de organizar um evento deste porte. Sim, eu sei, não devemos confundir governo com Nação. Eles também sabem, mas, no afã de desgastar o governo da presidente Dilma Rousseff, acabaram esculhambando a nossa imagem no mundo todo, confundindo Jesus com Genésio, jogando sempre no popular quanto pior, melhor.
       
Estádios e aeroportos não ficariam prontos ou desabariam, o acesso aos jogos seria inviável, ninguém se sentiria seguro nas cidades-sede ocupadas por vândalos e marginais. Apenas três dias após o início da Copa, o New York Times, aquele jornalão americano que não pode ser chamado de petista chapa-branca, tirou um sarro da nossa mídia ao reproduzir as previsões negativas que ela fazia nas manchetes até a véspera. Certamente, muitos torcedores-turistas que para cá viriam ficaram com medo e desistiram. Quem vai pagar por este prejuízo provocado pelo terrorismo midiático?
            
Agora, que tudo é festa, e o mundo celebra a mais bela Copa do Mundo das últimas décadas, com tudo funcionando e nenhuma desgraça até o momento em que escrevo, só querem faturar com o sucesso alheio e nos ameaçam com o tal do “legado”. Depois de jogar contra o tempo todo, querem dizer que, após a última partida, nada restará de bom para os brasileiros aproveitarem o investimento feito. Como assim? Vai ser tudo implodido?
        
A canalhice não tem limites, como se fossemos todos idiotas sem memória e já tenhamos esquecido tudo o que eles falaram e escreveram desde que o Brasil foi escolhido, em 2007, para sediar o Mundial da Fifa. Pois aconteceu tudo ao contrário do que previam e ninguém veio a público até agora para pedir desculpas.
            
Como vivem em outro mundo, distantes da vida real do dia a dia do brasileiro, jornalistas donos da verdade e do saber não contaram com a incrível capacidade deste povo de superar dificuldades, dar a volta por cima, na raça e no improviso, para cumprir a palavra empenhada.
           
Para alcançar seus mal disfarçados objetivos políticos e eleitorais, após três derrotas seguidas, os antigos “formadores de opinião” abrigados no Instituto Millenium resolveram partir para o vale tudo, e quebraram a cara.
        
Qualquer que seja o resultado final dentro do campo, esta gente sombria e triste já perdeu, e a força do povo brasileiro ganhou mais uma vez. Este é maior legado da Copa, a grande confraternização mundial que tomou conta das ruas, resgatando a nossa autoestima, a alegria e a cordialidade, em lugar das “manifestações pacíficas” esperadas pelos black blocs da mídia para alimentar o baixo astral e melar a festa. Pois tem muito gringo por aí que já não quer mais nem voltar para seu país. Poderiam trocar com os nativos que não gostam daqui.
              
Que tal?
      
(*) Jornalista e editor do Balaio.
            

Casa da Moeda da República de Tucuruí

Qualquer semelhança com a Administração Municipal em Tucuruí não é mera coincidência.
 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Cegos em tiroteio, esta é a situação da Administração Municipal em Tucuruí

 
       
Samba do Crioulo Doido ou Casa da Mãe Joana, qualquer uma das duas frases servem como uma luva para descrever a Administração Municipal em Tucuruí. A bagunça e a desorganização tomaram cota da Prefeitura Municipal.
   
Ação Social?
   
A energia elétrica da APAE foi cortada por falta de pagamento, detalhe: A responsabilidade pelo pagamento é a Ação Social do Município, o que demonstra descaso pela população, principalmente para com os portadores de síndrome de down e seus familiares, o que é uma desumanidade e uma falta de responsabilidade. Em segundo lugar demonstra a incompetência da Secretária e Ex-Secretária de Ação Social, como pessoas assim podem administrar a Ação Social de um Município, e pior, como podem ter a pretensão de algum dia vir a representar a população de Tucuruí e de todo o Pará?

Para completar a energia elétrica do Conselho Tutelar, cuja responsabilidade do pagamento é da Prefeitura, também foi cortada por falta de pagamento (Leia aqui). Isso em uma Prefeitura que arrecada R$ 20.000.000,00 vinte milhões por mês, e não faz obra nenhuma com recursos próprios.
   
Decretos Secretos
   
Agora é moda na Prefeitura de Tucuruí o prefeito turista baixar decretos e não dar publicidade dos mesmos, se bem que estes decretos têm tanto valor quanto uma nota de três reais. Aliás, o prefeito tem até razão em não perder tempo em dar publicidade aos seus Decretos inúteis, para que se eles não são cumpridos e se não valem o papel em que foram escritos?
    
Decreto de demissão
    
O Prefeito Sancler Turista, baixou um decreto demitindo todos os servidores da prefeitura, menos os concursados, mas ninguém obedeceu, os chefes continuaram mandando e os contratados trabalhando, seria uma piada se não fosse trágico.
    
Decreto de Recesso
    
O Prefeito turista decretou recesso na Prefeitura a partir do dia 23 de junho até 15 de agosto, no entanto a única coisa que aconteceu foi a PMT fechar a porta do Prédio da prefeitura à população, aliás, a administração municipal em Tucuruí já está fechada à população há muito tempo. Fora as portas fechadas ao povo tudo continua funcionando na Prefeitura, todos os funcionários estão trabalhando normalmente, os gastos com energia elétrica, combustíveis, material de expediente e limpeza continuam... Os Secretários já perceberam que estes decretos são apenas uma piada do prefeito turista e estão dando o valor que os decretos do prefeito merecem... Nenhum, e ninguém obedece.
    
Este é mais um Decreto de faz-de-Conta, o que faz sentido, pois a Administração Municipal hoje é toda de mentirinha. Tucuruí simplesmente não tem governo e todos na Prefeitura estão se lixando para os decretos do Sancler Turista. Tucuruí tem governo de direito, mas não tem governo de fato e está abandonada á própria sorte e a Administração Municipal virou a Casa da Mãe Joana em que todo mundo manda e todo mundo faz o que quer. Na PMT o prefeito turista finge que governa por telefone e e-mail e que manda na Prefeitura, e os Secretários fingem que obedecem. 
    
O que "funciona" na Administração Municipal
   
Se tiver uma coisa em que o prefeito é excepcionalmente competente é na propaganda paga com o dinheiro do povo. Neste quesito devemos tirar o chapéu para o Prefeito, pois a propaganda da Prefeitura e de promoção pessoal do prefeito está nota dez, engana até o demo. 
           
Quem dera que o Prefeito Sancler Turista Ferreira (PPS), tivesse para com toda a Administração Municipal, apenas 10% da competência que tem para fazer propaganda de obras do Governo Federal e propaganda de maquetes.
   

Tucuruí na Copa

As ruas de Tucuruí estão enfeitadas e existe uma disputa não declarada entre bairros e entre ruas para ver quem melhor enfeita sua rua. Nesta "disputa" quem ganha é o paisagismo e a cidade fica mais bela.
             
Rua enfeitada, casa do Pepino no Bairro Matinha.
     
   
     
   
   

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Copa brasileira é apontada como a melhor da história

        
Fonte: ORMNeews
         
Opinião é de torcedores experientes
           
Com a experiência de quem acompanhou oito copas do mundo de futebol, o irlandês Daniel Sheahan, 55 anos, não pestaneja: “A atual Copa do Mundo está sendo a melhor de todas”. A opinião é compartilhada por diversos turistas que também participaram de outras edições do torneio. “Não que tudo esteja perfeito. Em todas as copas às quais fui houve algum tipo de problema, como preços altos, dificuldades com transporte ou roubos. Mas isso faz parte de um evento deste porte”, disse à Agência Brasil o irlandês, que já teve sua mochila roubada em duas edições do torneio.
               
“Isso aconteceu nas copas da França, quando duas pessoas pegaram minha mochila e fugiram em uma moto, e nos Estados Unidos, quando em um momento de distração levaram minha mochila”, disse ele. “No caso da França, meu amigo passou pelo mesmo problema. Ao que parece era uma quadrilha de motoqueiros especializados nesse tipo de roubo”, acrescentou.
              
Fã do futebol brasileiro, o irlandês sempre priorizou assistir aos jogos do Brasil. Mas nem sempre foi possível devido à concorrência. “Esta Copa realmente tem muitas coisas especiais. Se compará-la à da África do Sul é até covardia. O barulho das vuvuzelas era insuportável e estragava o clima do estádio. Para piorar, de todas elas saía muita saliva, o que era bastante preocupante, porque a incidência de doenças como tuberculose é muito grande naquele país”.
              
Por aqui, explica, os brasileiros buscam se divertir sem incomodar os outros. “Nota-se claramente uma grande vontade de tornar tudo especial. Isso não aconteceu na Copa da Alemanha porque, apesar de muito educados, os alemães costumam ser frios na relação com turistas”. Além das quatro copas citadas – Estados Unidos (1994), França (1998), Alemanha (2006) e África do Sul (2010) – e da atual, Sheahan diz que foi às copas da Espanha (1982), do México (1986) e da Itália (1990).
            
Impressão similar tem o equatoriano José Bastidas, 31 anos. “Não é apenas a vontade dos brasileiros em ajudar aos turistas. Aqui há muito mais festas e uma comunicação mais fácil, até pela semelhança com outras línguas. É mais fácil entendermos e sermos entendidos pelos brasileiros”, disse ele.
             
A Copa de 2014 é a quarta do suíço Domenique Brenner, de 40 anos. “Na comparação com 1998, 2006 e 2010, esta é a melhor, porque está sendo disputada no melhor lugar e com as melhores pessoas”, disse ele. “A organização do evento é sempre bastante similar, porque envolve a mesma estrutura, que é a estrutura da Fifa”. A maior crítica é em relação aos caixas rápido dos bancos no Brasil, usados por ele para evitar idas a casas de câmbio. “Muitas dessas máquinas não aceitam cartões internacionais”, queixa-se.
             
Brenner e outros suíços entrevistados pela Agência Brasil reclamam do preço dos restaurantes nas cidades-sede e das bebidas nos estádios. “Apesar de muito bons, os restaurantes são muito caros. Principalmente as churrascarias”, disse Brenner. Já Denis Rapin, 47 anos, avalia que nem tudo é tão caro, levando em consideração o fato de que se trata de uma Copa do Mundo. Ele viaja com um grupo de 20 pessoas.
              
Para Rapin, os preços cobrados na cidade não são tão altos quanto imaginava. “Quem cobra caro aqui é a Fifa. Principalmente a cerveja nos estádios”, disse. “Esta é a minha primeira Copa do Mundo, mas não será a última. Esses dias têm sido muito agradáveis. A receptividade e a amabilidade dos brasileiros realmente impressiona. Todos muito amigáveis, desde o taxista até os profissionais da área de turismo. Em Brasília [onde assistiu à partida entre Suíça e Equador] senti falta de bares mais festivos. Acho que o que falta aqui são bares típicos especializados em cachaça”.
              
Viajando há sete meses pela América do Sul, Andre Urech, 34 anos, está no Brasil pela primeira vez e assiste sua segunda Copa. A primeira foi na África do Sul. “Está tudo tão bom que já decidimos: voltaremos o quanto antes ao Brasil. Simplesmente estamos amando as pessoas daqui”, disse ele, ao lado da companheira de viagem Ramona Rüegg, que também foi à Copa de 2010. Ela faz coro: “A atmosfera aqui é muito melhor, e as pessoas muito mais amigáveis”.
             
Os dois elogiam a organização do evento, apesar da dificuldade com o transporte público. “Demorou cerca de 30 minutos para pegarmos um ônibus, e o táxi está muito caro”, disse. “Mas tudo faz parte do clima e do sentimento que envolve uma Copa do Mundo”, completa. A exemplo de outros suíços que assistiram ao jogo contra o Equador, o casal reclama principalmente da dificuldade para comprar cerveja. “A fila é muito grande e faz a gente perder muito tempo do jogo. Mas isso também aconteceu na África”, disse Urech.
            
Dirigente do Barcelona de Guayaquil, no Equador, Carlos Rodrigues também avalia esta como a melhor Copa de todos os tempos: “É muito superior, tanto dentro como fora de campo”.
             
“Uma coisa que me chama a atenção é o fato de ela [Copa] estar sendo totalmente diferente do que vinha sendo mostrado pela imprensa. O Brasil é 100% no que se refere a receber turistas. Tudo é perfeito: a hospitalidade, a estrutura... Além disso, há muito amor e alegria no ar. Viemos para cá justamente para desfrutar desse clima de Copa”, disse.
                
O publicitário colombiano Héctor Greco, 33 anos, também foi surpreendido positivamente pela Copa brasileira. “Eu esperava muito menos. O que mais me surpreendeu foi a troca de cultura entre os países, em um clima de competitividade, sem brigas. É uma oportunidade única de conhecer o mundo em um só lugar”.
              
Ele lamenta as grandes distâncias que têm de ser percorridas para acompanhar os jogos. “As passagens de avião são caras, é difícil ir de ônibus e, infelizmente, não há uma cultura de transporte de passageiros por meio de trens no Brasil”. A hospedagem também está muito cara, diz o publicitário: “Pagamos R$ 21 mil para alugar, por um mês, um apartamento no Rio de Janeiro”.
              
O cirurgião plástico e cônsul honorário do Equador em Campinas (SP), Oswaldo Vallejo, 56 anos, já gastou, entre passagens, hospedagens e ingressos para os jogos, mais de R$ 18 mil para ter sua primeira experiência em Copa do Mundo. “Conheço pouco Brasília, porque cheguei há apenas um dia. Mas o deslocamento do hotel até o estádio foi bastante fácil, pela proximidade. Essa realmente representa uma grande vantagem para a cidade”, disse ele em meio a elogios em relação à divulgação, às placas e aos voluntários “proativos e sempre tentando ajudar até mesmo nas situações em que não precisamos”.
            
Depois de enfrentarem mais de 8 mil quilômetros de viagem em ônibus, vindos de Quito, no Equador, o administrador Paul Tamayo e os engenheiros Alvaro Granda e Edgar Baculima optaram por acampar na Universidade de Brasília. Tudo, para assistir à estreia do Equador na Copa, mas o "perrengue" não diminuiu o entusiasmo: "O Brasil é muito bonito, assim como as pessoas", diz Tamayo. Perguntado sobre os preços na capital, Granda responde: "De preços não falamos. Viajar até aqui foi bastante duro, mas com a vontade de ver o Equador jogar, tudo fica mais fácil”.
              
Quem também viajou muito para viver uma experiência de Copa foi o australiano Victor Vu, de 28 anos, na esperança de ver algum país asiático ou africano vencer a competição. “Torço principalmente para a Costa do Marfim por causa do [atacante] Drogba, de quem sou fã. Mas o que realmente me motivou a vir foi a boa reputação que o Brasil tem lá do outro lado do mundo, especialmente no que se refere a festas", disse.
          
Apesar de seu país não ter se classificado para a Copa, Jan Kolin, da República Checa, quis vir ao Brasil para vê-la “no país mais bem sucedido” no mundo do futebol. “Desde criança eu sonhava em ver uma Copa. Quando soube que esta seria no Brasil, decidi tornar o sonho uma realidade”, disse. Ele relata problemas de comunicação, já que poucos falam inglês.
           
Os peruanos Marcial Olano, 55 anos, e Herman Chaves, 45, também não precisaram que sua seleção viesse participar dos jogos para decidir curtir a Copa no Brasil. “Queremos que um país sul-americano ganhe, porque somos povos irmãos integrando uma mesma torcida”, disse Olano. Chaves veio para realizar o sonho do filho Jared Chaves, 13 anos. “Não esperávamos tanta organização. Isso em muito nos surpreendeu. Está melhor do que havíamos sonhado. Não passamos por nenhum tipo de problema, temos sido bem atendidos e a organização das cidades e da Fifa está muito boa. Por isso já planejamos ir à Copa da Rússia [em 2018] para, se tudo der certo, torcermos pela seleção de nosso país [Peru]”, acrescentou.
     
Pela primeira vez no Brasil, os engenheiros Andres Navaez e Elizabeth Montenegro, equatorianos, também se dizem apaixonados por futebol. Por isso já foram às copas da África do Sul e da Alemanha. Segundo ele, Brasília carece de um atendimento mais eficiente aos turistas. “Falta informações até mesmo no Centro de Convenções, de onde retiramos nossos ingressos. Lá não souberam nos informar sequer onde fica o atendimento aos turistas", diz Elizabeth. “A sorte é que espanhol e português são línguas parecidas", diz Navaez.
             
O suiço Lionel Holzaer, 30 anos, diz não ser fã de futebol. “Mas adoro festas e adoro viajar”, completa. Segundo ele, o Brasil tem “boas condições” para receber os turistas. “Minha maior dificuldade tem sido com o idioma”. Dona de uma lanchonete na Torre de TV, chamada GO Minas, Elza Alve Lobo não fala inglês. Mas usa de muita simpatia para compensar essa limitação, além de ter preparado um cardápio em português, inglês, francês e espanhol. "Faço questão de conversar ou tentar conversar com todos. O clima é de muito entusiasmo, muita alegria".
            

domingo, 22 de junho de 2014

Humor...


Tucuruí - Caos na saúde pública, servidores estão com salário atrasado...



     
Os servidores municipais da saúde estão com seus salários atrasados, estão recebendo apenas o salário base e ticket alimentação, os descontos para a ASERT e os Empréstimos Consignados da Caixa Econômica são repassados com meses de atraso.
      
As horas extras, 1/3 de férias e plantões são pagos em folha complementar no dia 10, e ainda assim estão atrasados até hoje, sendo que o 1/3 de férias está atrasado os meses de janeiro, fevereiro, março, abril e maio. Isso em uma Prefeitura que arrecada 20.000.000,00 vinte milhões por mês atrasa pagamento de servidores e joga a maternidade e outras despesas com saúde pública que seria obrigação da prefeitura, mas na verdade são custeadas pela Saúde do Estado.
        
O SINSMUT vai esperar até a semana que vem, caso o pagamento dos servidores da Saúde não seja regularizado, mais um processo vai se somar às dezenas a que o prefeito responde na justiça Estadual e Federal.
  
ISSO É UMA VERGONHA!!!
     

sábado, 21 de junho de 2014

TUCURUÍ: Para MPF e MPPA hospitais públicos têm que ser regularizados com urgência

      
Além de entrar na Justiça com pedido liminar sobre serviços e infraestrutura do hospital
municipal, MP-PA e MPF enviaram à Secretaria de Estado da Saúde recomendação para 
regularização do Hospital Regional
       
O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) entraram na Justiça com pedido para que seja determinada a regularização urgente de serviços e da infraestrutura do hospital municipal de Tucuruí e para que sejam tomadas providências para a construção de um novo hospital (confira abaixo uma relação resumida dos pedidos).
     
PF e MPPA também enviaram recomendação à Secretaria de Estado da Saúde (Sespa) para que sejam retirados os serviços do hospital municipal instalados nas dependências do Hospital Regional, além de uma série de outra medidas (os pedidos também estão relacionados abaixo).
        
A ação que pretende combater o estado de abandono do hospital municipal foi ajuizada contra o município de Tucuruí, a União e o Estado do Pará. Fiscalizações realizadas pelo MPF, pelo MPPA, pelo Departamento de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus) e por diversos outros órgãos apontaram uma situação caótica que já comprometeu a prestação de serviços de clínicas médica, cirúrgica, e pediátrica.
            
Os serviços que deveriam ser realizados pelo hospital municipal estão sendo prestados, na quase totalidade, pelo Hospital Regional, sobrecarregando-o, diz a ação. Atualmente, apenas a prestação de serviços de obstetrícia (ramo da medicina que trata da gravidez, do parto e do período imediatamente após o parto) é feita pelo hospital municipal, de modo precário, no interior do Hospital Regional de Tucuruí. O atendimento nas dependências do Hospital Regional, previsto para ser apenas provisório, já é realizado há mais de três anos.
           
Apesar de ter recebido, só em 2013, R$ 14,9 milhões para investimentos em atendimento de média e alta complexidade, o município de Tucuruí não oferece esse atendimento, e há, segundo a ação, informações de que parte desses recursos estaria sendo investida em despesas administrativas da secretaria municipal de Saúde.
         
Caso a Justiça concorde com os pedidos da ação e a decisão não seja cumprida, o Ministério Público pede que seja estabelecida multa diária pessoal aos gestores públicos responsáveis.
           
Recomendação – O MPF e o MPPA enviaram notificação ao secretário de Estado da Saúde, Hélio Franco, em que recomendam a adoção de medidas relacionadas ao Hospital Regional de Tucuruí. Segundo o documento, os serviços do Hospital Regional estão comprometidos, tanto por causa da carência de recursos humanos, de equipamentos e de materiais do próprio hospital, como pela sobrecarga que o Hospital Regional recebe das atividades de competência da secretaria municipal de Saúde de Tucuruí e de outras secretarias de saúde dos municípios da região.
              
Para o MPF e o MPPA, o Hospital Regional precisa melhorar algumas das suas instalações, oferecer de fato os serviços de um hospital de média e alta complexidade e adequar-se às normas de gestão de resíduos de serviço de saúde. Segundo levantamento citado na recomendação, o hospital não tem ambulância e precisa de mais profissionais.
             
Assim como a ação judicial contra as irregularidades encontradas no hospital municipal, a recomendação relativa ao Hospital Regional de Tucuruí é assinada pelos promotores de Justiça Adriana Passos Ferreira, Amanda Luciana Sales Lobato, Francisca Suênia Fernandes de Sá e Francisco Charles Pacheco Teixeira e pelo procurador da República Paulo Rubens Carvalho Marques.
         
Recomendações são documentos enviados a órgãos públicos para que obrigações legais sejam cumpridas. É uma das formas de atuação extrajudicial do Ministério Público. Se as recomendações não forem cumpridas, o MPF e o MPPA podem levar o caso à Justiça.
              
Resumo dos pedidos urgentes do MPF e MPPA à Justiça sobre o hospital municipal de Tucuruí:
          
Que o município de Tucuruí providencie: 
   
•atos preparatórios para a construção de novo hospital.
•retirada da maternidade municipal e do centro cirúrgico do prédio do Hospital Regional, com retorno para prédio municipal. 
•reativação da ala de internação hospitalar no hospital municipal. 
•realização de assistência hospitalar em clínica pediátrica no hospital municipal. 
•adequação da estrutura física do pronto atendimento municipal no hospital municipal, para que apresente condições de acolhimento, humanização e operacionalização. 
•implantação de central de material esterilizado no hospital municipal. 
•criação de sala para realização de exames radiológicos no hospital municipal. 
•organização dos serviços através de fluxos, assegurando o acesso à atenção integral aos usuários da rede do Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com a hierarquização dos níveis de complexidade e em conformidade com o Pacto Pela Vida e em Defesa do SUS. 
•implantação de serviço de referência e contrarreferência, promovendo a capacitação dos servidores, estaduais e municipais, para a operação do sistema de regulação (Sisreg). 
•aquisição de todos os equipamentos e medicamentos necessários para o atendimento, no hospital municipal, das urgências e emergências. 
•atendimento à resoluções e recomendações sobre a adequação dos prontuários médicos, para que deles passe a constar a identificação dos médicos e enfermeiros responsáveis, os boletins anestésicos e cirúrgicos do paciente e demais exames realizados durante as internações, bem como os respectivos laudos, as respectivas Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs) e de realização de procedimentos e exames médicos, os quais devem estar devidamente assinados. 
•manutenção permanente para as máquinas e equipamentos do hospital municipal, evitando a paralisação dos serviços por falta dessa manutenção. 
•reativação dos serviços de laboratório no prédio do hospital municipal para procedimentos de urgência. 
•implantação imediata de rotina de fiscalização das condições de trabalho dos profissionais terceirizados, não permitindo o trabalho sem a utilização de equipamentos de proteção individual. 
•implementação de rotina que inclua a troca diária da roupa de cama de todos os pacientes internados, assegurando as trocas suplementares quando necessárias 
•implementação de rotina efetiva de limpeza de todo o ambiente hospitalar, especialmente quanto aos banheiros das enfermarias, garantindo condições de higiene satisfatórias 
•implementação e início da execução do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde no hospital municipal e na maternidade municipal (enquanto a maternidade funcionar fora do hospital municipal). 
•renovação do mobiliário deteriorado atualmente presente no hospital. 
•adequação à legislação sobre acessibilidade arquitetônica, especialmente por meio da construção de rampas. 
•adequação da rede de instalação de esgoto. 
•realização de manutenção periódica na cisterna de água, inclusive com a reforma da laje superior. 
•aquisição de novos equipamentos para a realização do serviço de lavanderia hospitalar. 
•aquisição de extintores de incêndio, criando mecanismo válido para controlar o prazo de validade e diligenciar sua substituição no período correto.
     
Que o município de Tucuruí e o Estado do Pará providenciem: 
    
•Que o setor de obstetrícia do hospital municipal, atualmente em funcionamento no Hospital Regional, esteja provido de todos materiais e medicamentos necessários, até a completa retirada da maternidade municipal. 
   
Que o Estado do Pará cumpra recomendações do Denasus para: 
    
•realizar a retirada da maternidade municipal e do centro cirúrgico do prédio do Hospital Regional. 
•providenciar a organização dos serviços por meio de fluxos, previamente configurados pelos mecanismos de pactuação, assegurando o acesso à atenção integral aos usuários da rede SUS, de acordo com a hierarquização dos níveis de complexidade e em conformidade com o Pacto Pela Vida e em Defesa do SUS. 
•providenciar a implantação de serviço de referência e contrarreferência, promovendo a capacitação dos servidores, estaduais e municipais, para a operação do sistema de regulação (Sisreg). 
•cumpra, integralmente, a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que trata do funcionamento dos serviços de atenção obstétrica e neonatal, e permite a presença de acompanhante da parturiente na sala de parto. 
    
Que a União seja obrigada a: 
  
•cumprir a legislação que obriga a tomada de providências em caso de malversação, desvio ou não aplicação dos recursos, o que inclui a realização de visitação em todas as unidades de saúde do município de Tucuruí, bem como a promoção de ampla auditoria contábil, para identificar, de forma individualizada por unidade, como tem sido empregado os recursos públicos advindos do Fundo Nacional de Saúde, adotando as providências cabíveis em face da constatação de irregularidades 
   
Que o município, o Estado do Pará e a União sejam obrigados a: 
   
•adotar as recomendações do Denasus nas atuais instalações do hospital municipal e da maternidade municipal, realizando-se de imediato as reformas necessárias, bem como sejam levadas em conta no projeto e na construção do novo prédio do hospital municipal 
•nos casos de atendimento às recomendações que exijam aquisição de materiais para os quais não haja contrato ou convênio em vigência, deve ser realizado o respectivo procedimento licitatório em caráter de urgência 
     
Resumo das medidas recomendadas pelo MPF e MPPA à Sespa sobre o Hospital Regional de Tucuruí: 
   
•realização, dentro de 30 dias, de vistoria técnica nas instalações de todo o prédio, especialmente nas alas atualmente cedidas ao município de Tucuruí, para identificar as necessidades de manutenção ou conservação e possibilitar a realização de reparos 
•o relatório da inspeção e o cronograma de execução dos reparos devem ser encaminhados para o MPF e para o MPPA em 30 dias. 
•sejam iniciados, em 30 dias, os atos preparatórios para a total retirada dos serviços do hospital municipal de Tucuruí instalados nas dependências do Hospital Regional, inclusive com a constituição de comissão especialmente voltada para a elaboração de cronograma para a rápida realização desse objetivo. 
•oferecimento, em 30 dias, de mais um banheiro para as parturientes da maternidade municipal (hoje há apenas um banheiro para atender os 16 leitos). 
•implementação do sistema de referência e contrarreferência em relação à movimentação. de pacientes da maternidade municipal para a maternidade do Hospital Regional. 
•providenciamento da instalação de unidades de tratamento semi-intensivo nos locais atualmente cedidos ao município de Tucuruí. 
•elaboração de nota técnica quanto à suficiência dos leitos de unidades de tratamento intensivo, apresentando projeto detalhado para sua ampliação, ouvidos o Conselho Regional de Medicina e o Conselho Regional de Enfermagem. 
•adoção de providências iniciais para o bloqueio solar nas enfermarias e postos de enfermagem e para a climatização da cozinha. 
•implantação do serviço de tratamento (por meio de inertização, ou seja, transformação de resíduos em material seco, inodoro e com baixa capacidade contaminante) dos resíduos sépticos no Hospital Regional. 
•acompanhamento da aquisição de equipamentos em processo de licitação, tomando providências para que o material seja imediatamente direcionado para o Hospital Regional logo após a aquisição. 
•disponibilização dos seguintes equipamentos para a UTI neonatal: ecocardiograma de beira de leito, respirador de transporte e aparelho de fototerapia. 
•disponibilização para o Hospital Regional, desde logo e de modo permanente, de duas ambulâncias devidamente equipadas para o transporte de pacientes em estado grave. 
•tomada de providências para realização de estudo acerca do quantitativo necessário de ambulâncias para atender às demandas do Hospital Regional, o que servirá para fundamentar a aquisição/disponibilização de outras ambulâncias. 
•imediato levantamento da necessidade de pessoal para o Hospital Regional, e que esse levantamento seja encaminhado aos órgãos de governo competentes, visando ao lançamento de concurso público para ingresso nas carreiras destinadas a profissionais da saúde, respeitada a legislação eleitoral. 
•implantação de Protocolo de Prevenção de Sepse Precoce (tipo de infecção bacteriana) no Hospital Regional. 
•reestruturação do Hospital Regional para que restem atendidas as exigências mínimas para sua qualificação como Hospital de referência nas áreas de média e alta complexidade. 
•retomada de diálogo com a Eletronorte para a formulação de convênio destinado à construção do prédio e aquisição dos equipamentos necessários à implantação do serviço de Terapia Renal Substitutiva, ou , caso tal convênio não evolua, que sejam apontadas, outras alternativas e feitos os encaminhamentos necessários para a implantação de tal serviço no menor intervalo de tempo possível. 
•imediata adequação dos serviços de limpeza e higienização do Hospital Regional. 
•realização de constante fiscalização sobre as condições de trabalho dos profissionais .terceirizados, não permitindo o trabalho sem a utilização de equipamentos de proteção individual. 
•inauguração da unidade de assistência de alta complexidade em oncologia.
    
Ação sobre o hospital municipal de Tucuruí:
Processo nº 0002498-32.2014.4.01.3907
Íntegra da ação. 
     
Recomendação à Sespa sobre o Hospital Regional de Tucuruí
Recomendação 44/2014 – MPF e MPPA
Íntegra da recomendação 
   
Ministério Público Federal no Pará
Assessoria de Comunicação
(91) 3299-0148 / 8402-2708 / 8403-9943
ascom@prpa.mpf.gov.br
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Ministério Público do Estado do Pará
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(91) 4006-3586
(91) 4006-3487
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